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Princípios Filosóficos e Pedagógicos

Em consonância com os princípios filosóficos, pedagógicos e legais os quais subsidiam a organização dos cursos superiores de tecnologia definidos pelo Ministério da Educação, onde as relações de teoria e prática é o principio fundamental, em integração a estrutura curricular do CST em Redes de computadores possuem o intuito de conduzir a um fazer pedagógico aliado com a práxis onde atividades como: experimentos laboratoriais, seminários, visitas técnicas e desenvolvimento de projetos estão presentes de uma forma verticalizada no decorrer de o curso.

Neste contexto o principio que norteia o projeto pedagógico do CST em Redes de Computadores fundamenta-se uma estrutura curricular onde de ensino-aprendizagem subsidiado em quatro fundamentos considerados cruciais: na construção de uma cidadania norteada pela ética, na compreensão do da relação homem-tecnologia e suas respectivas responsabilidades, na relação do homem-tecnologia e sua interação com o meio ambiente, na percepção e seleção de tecnologias adequadas pautadas necessidade e realidade do meio e principalmente no tripé ensino, pesquisa e extensão.

É de extrema importância que em seu campo de atuação que o tecnólogo, desenvolva a consciência do seu papel na sociedade como profissional e cidadão exercendo suas funções com ética, responsabilidade e criatividade, sendo um agente ativo nas transformações políticas e socioeconômicas cada vez mais presentes em nosso mundo globalizado, estando sempre apto e motivado a liderar e/ou participar de equipes multidisciplinares, apontar soluções de curto, médio e longo prazo levando em consideração as necessidades locais.

Os elementos que estruturam a organização curricular do CST em Redes de Computadores estão essencialmente pautados na flexibilidade curricular, na interdisciplinaridade, na contextualização, em metodologias, tecnologias ativas de ensino-aprendizagem e na práxis como base da construção do conhecimento, principalmente quando nos referimos às modalidades de avaliação e em atividades de pesquisa e extensão.

Como uma forma de materializar esses elementos nos utilizaremos de projetos integradores os quais buscam uma nova concepção metodológica de ensino aprendizagem a ser implementada pelos docentes e discente no intuito de melhor organizar os objetivos e as metas do presente curso e por consequência a busca pela formação de profissionais com excelência nessa área de conhecimento. A implantação de projetos integradores visa de sobremaneira a conexão de saberes fracionados desenvolvidos ao longo curso e principalmente a solidificação da relação teoria e prática.

Para Morin (2002), a interdisciplinaridade é troca, cooperação, pois, o conhecimento é um movimento articulado de saberes, é relacional. Desta forma, para que a prática interdisciplinar aconteça, o trabalho deve ser integrado, em intercâmbio com os diversos campos do saber que envolve a formação em questão.

Nesse contexto o curso de CST em Redes de Computadores, além de favorecer a formação continuada dos egressos dos cursos concomitante em Informática e Integrado em Informática, torna-se essencial para consolidar o modelo de educação proposto pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) desta instituição. Além da oferta de formação técnica, consolidada nas bases curriculares, o CST em Redes de Computadores prevê em sua matriz a execução de atividades extracurriculares, obrigatórias, que busquem oportunizar experiências que norteiem a formação de indivíduos capazes de inovar e adaptar-se a mudanças buscando sempre atender as demandas apresentadas.

Este projeto considera que os discentes do CST em Redes de Computadores se envolvam com atividades que busquem não só sua participação passiva, mas também ativa, em semanas acadêmicas, fóruns, congressos, feiras tecnológicas, viagens técnicas, intercâmbios estudantis, atividades de pesquisa e extensão reconhecidas no âmbito da toda rede federal de ensino.

Quanto aos fundamentos didático-metodológicos entendemos que a sistematização do processo de ensino deva propiciar ao discente subsídios para que os mesmo desenvolvam a capacidade da elaboração crítica dos conteúdos.Em busca da promoção esta elaboração, utilizaremos de métodos e técnicas que propiciem o ensino através da pesquisa buscando sempre a valorização de relações democráticas e solidárias e a promoção de aspectos multidisciplinares da transformação social através de atividades de extensão. Sendo assim, entendemos que os egressos do CST em Redes de Computadores durante seu processo de formação serão constantemente estimulados no decorrer das disciplinas a realizarem entre várias atividades, seminários, estudos dirigidos, trabalhos em grupos, estágios, cursos extracurriculares, viagens técnicas, participação em eventos e projetos integradores.

  • Diretrizes Curriculares

O Projeto Pedagógico do Curso de CST em Redes de Computadores utiliza como base as Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática, elaborada pela Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática – CEEInf, subordinada ao Departamento de Políticas do Ensino Superior e publicada pelo MEC em 1999, e no Currículo de Referência da SBC (Sociedade Brasileira de Computação) para Cursos de Graduação em Computação e Informática, elaborado pelos grupos de trabalho da Diretoria de Educação da SBC e submetido à Assembléia Geral da SBC em julho de 1999.

  •  Legislação

O CST em Redes de Computadores do Instituto Federal Catarinense foi criado para atender uma demanda do mercado profissional da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), de forma mais específica no seguimento das telecomunicações e interconectividade. Tendo sido baseado nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para os Cursos Superiores de Tecnologia (Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002), no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (Portaria Normativa nº 10 de 28/07/2006; e versão 2010), na Lei Federal n.º10.861, de 14 de abril de 2004 (Art. 3º, inciso 8) no Parecer CNE/CES nº 277, de 07/12/2006, e no Projeto Pedagógico Institucional – PPI do IFC, a decisão considerou, ainda, as demandas regionais na área de Redes de Computadores. Além disso, incentiva o aluno à educação continuada, mostrando a importância do prosseguimento de estudos em nível de pós-graduação, outras modalidades de graduação e/ou certificação profissional.